Receitas de trabalho
Como montar seu funil do zero (sem virar burocracia)
Quatro colunas resolvem 90% das operações. O passo a passo — e os dois erros que matam qualquer funil.
Funil não é enfeite de consultoria: é responder, num olhar, "onde está cada cliente e o que falta pra fechar". Mas a maioria morre na largada por excesso de ambição — 9 colunas, 30 etiquetas, ninguém atualiza, vira decoração. Vamos montar o mínimo que funciona.
As 4 colunas que resolvem 90% dos casos
▸QUALIFICAÇÃO — chegou gente nova: ainda estamos entendendo o que ela quer e se temos.
▸PROPOSTA — a pessoa recebeu preço/condição e está decidindo. É a coluna do dinheiro: olhe pra ela todo dia.
▸PÓS-VENDA — fechou. Entrega, suporte, chance de indicação.
▸GELADEIRA — esfriou. Não apaga, não persegue: hiberna. É a sua mina pra campanhas futuras.
Os dois erros que matam funis
Erro 1: coluna demais. "Interessado", "Muito interessado", "Quase fechando" — ninguém sabe a diferença, ninguém move o card. Se duas colunas geram a MESMA ação sua, elas são uma só. Erro 2: confundir coluna com etiqueta. Coluna é MOMENTO (muda com o tempo, uma por vez); etiqueta é CARACTERÍSTICA (o produto de interesse, a origem — pode ter várias). "Plano anual" é etiqueta; "Proposta enviada" é coluna.
E quem move os cards?
No papel ou em planilha: você, todo dia (e é por isso que planilha morre). No zap, a IA lê a conversa e move sozinha quando tem certeza — enviou o preço, o card anda; sumiu por dias, desce pra Geladeira. Você corrige quando quiser, e a sua mão sempre vence a dela. O funil vivo de segunda a segunda, sem esforço de manutenção — esse é o segredo que planilha nenhuma entrega.
Leve adiante
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